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Planta tropical
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Viola STRINGASCI VALENÇA

A GUARDIÃ DA NATUREZA

Cadeira

Cadeira 10

Função

Legata das Caçadoras de Ártemis

Local de Nascimento

Recife, Brasil

Data de Nascimento

02 de Outubro de 2001

Progenitor

Phýsis

Zona Responsável

Menores

Backstory

Nascida em Recife, Pernambuco, Viola é fruto de uma paixão de um final de semana entre sua mãe, a Deusa Physis, e o seu pai, Santiago, um mortal que estava de férias com sua família na cidade Natal de seu pai, Kaliningrado, na Rússia, comemorando o aniversário. O homem não tinha nenhuma intenção de se envolver com nenhuma mulher, mas esta em questão, chamou a sua atenção ao entrar no hotel Guest House. Physis se apresentou como uma mulher de cabelos e olhos castanhos, de pele clara e com o pseudônimo: Anémona. O mortal rapidamente caiu de amores pela deusa.

Nove meses depois, no Brasil, prestes a parir, Santiago encontrou com a deusa na porta de sua casa, afirmando que estava para dar a luz a sua filha. Após o nascimento da primeira criança do “casal”, Physis sumiu sem deixar nenhum vestígio. Santiago se viu perdido e com uma recém nascida nos braços, precisando do amparo dos seus pais e irmão. Viola foi registrada na Maternidade Professor Monteiro de Morais (CISAM - Popularmente conhecida como “maternidade da Encruzilhada” e atualmente é chamada de “Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros”) no bairro da Encruzilhada, Recife. 

Apesar da viagem a Kaliningrado, Santiago era um homem trabalhador e lutava pelos seus direitos como enfermeiro do Sistema Único de Saúde (SUS), trabalhando no Hospital da Restauração Governador Paulo Guerra (HR - PE). Com suporte de sua família paterna, a menina cresceu nos bairros de Boa Viagem, Torre, Afogados e Casa Amarela, sempre mudando de endereço e de escola. Santiago fazia de tudo para sustentar a família, enquanto o seu irmão mais velho estava trabalhando para enviar dinheiro e estudando em outro país: Colômbia. No ano de 2005, ao completar quatro anos de idade, dois eventos ficaram marcados na família Valença: a abertura da pequena floricultura de sua avó, Catalina, em Recife, e a chegada de Violet, a irmã mais nova de Viola. 

Isso fez a garotinha ficar mais curiosa sobre quem era a sua mãe, afinal, seu pai teve duas filhas com a mesma e misteriosa mulher, a qual, a garota ouvia pouquíssimas histórias sobre. No começo, a convivência de Viola com a sua irmã não era das melhores. Ela chorava, ignorava a irmã recém-nascida e perguntava sobre quando a sua mãe chegaria. Com o passar dos anos, a menina começou a esquecer dessas perguntas e se entretia ao acompanhar seu pai em rodas de ciranda, carimbó e giras num modesto e simples terreiro de umbanda localizado em Casa Amarela.

Entre um rum e outro, aos 8 anos de idade, Viola “bolou” de Santo (orixá) numa festa de Oxumarê, e pelas tradições, ela deveria ser preparada pela Iyalorixá da casa para fazer suas feituras. Iniciada como abian, 1 ano depois a menina já estava saindo de Santo (orixá). Foi durante o ritual de feitura, lavagem de cabeça e preparação de seis antes das obrigações para com orixá, que a garota descobriu que tinha alguma coisa de diferente consigo. Os búzios não mentiram, ela de fato, tinha uma origem intrigante dentro de si, mas que só seria revelado um pouco mais tarde. Viola cresceu no meio das culturas brasileiras e de matriz africana. Ensinada a frequentar o terreiro regularmente, aprendeu as doutrinas da religião, o folclore, sobre o maracatu, as danças ciganas, afoxé, ciranda, carimbó, entre outros.

Aos 11 anos de idade, o seu “eu” divino começou a ficar perceptível aos sentidos dos monstros às prévias carnavalescas em outubro de 2012 nas ladeiras de Olinda, na popular Pousada 4 cantos, onde sua família estava hospedada, Viola brincava de pega se esconder com Violet, entre um corredor e outro. Foi quando ambas foram atacadas por um Mapinguari. Sem qualquer conhecimento de suas origens e sem entender o que era aquilo, Viola protegeu a sua irmã de um golpe na região do esternocleidomastoideo, levando-a a ter uma experiência de quase morte (EQMs), cujo coração parou de funcionar por alguns instantes.

A princípio, Viola e sua irmã foram salvas por um sátiro que tratou de nocautear o Mapinguari e realizou uma reanimação cardiopulmonar (RCP) na semideusa que, graças a sua ascendência divina, não sofreu com grandes complicações. Pelo sátiro, a garota soube um pouco de suas origens, as quais os búzios não haviam revelado. Ela não compreendia como isso era possível, embora tanto ela quanto a sua irmã, nunca ficaram doentes, eram bastante inteligentes para sua faixa etária, tinham bastante energia e alto fator de cura.

Antes que pudesse raciocinar qualquer coisa, o Mapinguari se levantou, forçando o sátiro a teletransportar as filhas de Physis, para os arredores do acampamento meio-sangue. Nessa mesma noite, o Furacão Sandy havia tocado o solo nova-iorquino por volta das 20h pelo horário local, ganhando força às 21h, devastando boa parte do leste e sudeste. Neste curto período de tempo, Viola foi reclamada como filha de Physis e se perdeu da sua irmã, encontrando-a morta, horas depois, desencadeando um estresse pós-traumático na garota. Com ajuda do sátiro, Viola conseguiu mover o corpo de sua irmã de volta para as ladeiras de Olinda, manipulando o cenário para que a causa da morte fosse um traumatismo craniano, ocasionado por uma batida na cabeça após um assalto.

Ainda com 11 anos de idade, Viola iniciou como campista caloura no acampamento, treinando suas habilidades que, a princípio, ela não era muito boa. Para proteger a sua família, ela pediu permissão ao seu professor e Alferes, Oliver Rutherford, para oscilar secretamente as suas idas e vindas ao acampamento meio-sangue através do teletransporte. Embora tudo parecesse estar indo bem, a semideusa recebeu a notícia de que seu pai estava doente, diagnosticada tardiamente com um adenocarcinoma de próstata com invasão perineural. Dali por diante, Viola viu o seu pai lutar contra a doença e tentou ajudá-lo, através de seus poderes, afirmando que poderia curá-lo e contou sobre o acampamento e a identidade de sua mãe. Santiago recusou a ajuda da filha, afirmando que o processo seria doloroso e que poderia não dar certo por causa do seu corpo debilitado. 

Em seu leito de morte, o homem confirmou a idade de sua mãe e revelou que tinha uma outra filha, com outra deusa, chamada Ekaterine. Depois da criança ser resgatada da floresta de Murmansk, por Santiago, Kate foi deixada aos cuidados de seus primos por parte de pai, Dimitry e Polina, na cidade de Kaliningrado, na Rússia. O casal que havia acabado de perder sua filha, rapidamente se apegou a Kate, registrando-a como sua filha adotiva. Santiago mantinha contato com Kate como se fosse seu tio e achou que seria melhor manter a distância entre as irmãs para que ambas não entrassem em perigo por causa de seu sangue divino. Ele apenas não tinha coragem o suficiente para contar a verdade para elas e pensou que dessa forma, estaria protegendo-as dos perigos do mundo dos semideuses.

Dois dias após o seu aniversário de 12 anos, Santiago faleceu no Hospital do Câncer (HCPE), deixando Viola em estado catatônico por 6 meses. Ela não falava, mal comia e mal ia para a escola, tendo crises recorrentes de ansiedade e choro. Ela se isolou das pessoas ao seu redor e negava suas habilidades de semideusa. Nesse período de tempo, Catalina e Aleksandr descobriram a ascendência divina das suas netas por meio do antigo Alferes, Oliver Rutherford, junto a uma dupla de campistas calouros que treinavam com a Viola. Entre eles estavam Samael Marco Fierro Vega, filho de Ares e Azazel Bray Fernández, filho de Marte.

Devido à morte de seu pai, o trauma pela morte de Violet e as informações sobre Kate, Viola estava cada vez mais distante de seus avós, cujas brigas tornaram-se constantes na relação, levando Catalina a colocar um fim no casamento com Aleksandr. Foi nesse período em que Aleksandr formou uma ponte entre a família Kouris e Valença, revelando toda a verdade para Kate e o restante dos familiares, ao se mudar para Kaliningrado. Viola conversava com a sua meio-irmã através das redes sociais, visitando-a uma vez por ano e vice-versa. Enquanto a sua irmã decidiu trilhar um caminho diferente, Viola dedicava-se aos treinos no acampamento, admitindo Azazel como seu melhor amigo e Samael como seu rival. Sendo este último, o garoto que ela observava na surdina e tinha como real inspiração para melhorar suas habilidades.

Aos 13 anos, Viola conquistou o status de Campista Veterana, sendo a primeira adolescente a fazer parte da casta das Caçadoras de Ártemis e sair em missões de baixo risco de morte, em prol de proteger o acampamento. Neste mesmo ano, por causa dos grupos escalados para missões, a filha de Physis acabou se aproximando de Samael, passando a cultivar uma mistura de sentimentos por ele, mas foram apenas três anos depois que ambos assumiram um relacionamento sério, após alguns desencontros e acasos do destino. 

Com 16 anos de idade, Viola se tornou conselheira do chalé de Physis, atuando nos projetos de melhorias do acampamento e nas linhas de frente das tentativas de invasão. No mundo mortal, a adolescente lidava com os bons e maus momentos da adolescência, aproveitando a vida ao máximo e se dedicando ativamente aos estudos e naquele mesmo ano, os terminou, ingressando na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), através do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), após ser aprovada em 2° lugar para o curso de ciências biológicas.

Durante esse período da faculdade, Viola oscilava entre os estágios, a graduação e o acampamento. O tempo era precioso e curto. Ora passava tempo com Samael, recém aprovado no FBI, ora auxiliava a sua avó na floricultura, fazendo-a ter um apego pelas flores, partindo para área de botânica. Com sua experiência e habilidades, a garota passou a criar medicamentos fitoterapêuticos e perfumes para serem vendidos na floricultura de sua avó, consequentemente aumentando as vendas, transformando o pequeno comércio de flora, em uma microempresa conhecida como: Agroflores, em Recife. 

Quando terminou a faculdade aos 20 anos de idade, prestou concurso público para trabalhar como bióloga no Parque Estadual Dois Irmãos, em Recife, onde trabalhou por  1 ano, até se dedicar aos trabalhos na Nature Conservancy (TNC) na preservação da fauna e flora, viajando pela América Latina e países que necessitavam de ajuda ambiental. Mesmo trabalhando como voluntária, Viola expandia seus conhecimentos e aproveitava para ganhar uma renda extra, vendendo ilegalmente e às escondidas produtos fitoterápicos. Ao todo, foram 6 meses de viagens, cuja última parada foi nos Estados Unidos.

Naquele mesmo ano, Viola já estava de data marcada para subir no altar. Porém, 2 semanas antes de trocarem as alianças, Viola e Samael foram escolhidos para acompanhar Jon Black e Caelum Aequus Bonanno, em uma missão até o Submundo com intuito de fecharem as Portas da Morte. Embora a missão tenha sido bem sucedida, um incidente misterioso fez com que Viola acabasse perdendo a vida, voltando para o acampamento nos braços de seu noivo. Após 7 dias, no dia de seu casamento, a filha de Physis reviveu através de suas habilidades, mas permaneceu em coma por 4 meses na enfermaria. 

Ao acordar, a semideusa não lembrava de nada e não sabia onde estava. Demorou alguns dias para que as memórias mais antigas pudessem ser recuperadas, graças à Lei de Ribot e ao exercício de reabilitação cognitiva, afinal, ela ainda era metade humana. Diagnosticada com Amnésia Retrógrada apenas 2 meses após o início dos tratamentos, Viola passou a assimilar tudo o que aconteceu através de conversas e terapias, chegando à conclusão de que seu noivo havia ceifado a sua vida. Ela não o reconhecia e tudo o que sabia era por meio de terceiros e das informações espalhadas pelo seu chalé. Com o término do noivado, Viola ficou 2 anos em reabilitação, nutrindo emoções negativas pelo seu ex-noivo, jurando descobrir a verdade por trás de sua morte, afastando tudo o que pertencia a Samael Marco Fierro Vega.

Pouco tempo depois, a mesma missão que tirou a sua vida, a consagrou como Alferes responsável pela Zona Grega dos Menores, após a morte de seu professor e Alferes, Oliver Rutherford, ocupando a décima cadeira na Elite do Conselho dos Dez. Enquanto que no mundo mortal, graças à sua formação em ciências biológicas, Viola conseguiu um emprego como Auditora Ambiental na EPA - Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos. Apesar de morar em outro país, Viola nunca esqueceu de suas raízes latinas e sonha com o dia em finalmente a sua avó aceitará morar nos Estados Unidos.

Excerto

Excerto

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"Guardiã da natureza, da sua fauna e da sua flora, bem como, igualmente, de si mesma."

Narrador. 

Colunas de edifícios governamentais

Adicionais

• Foi diagnosticada aos cinco anos de idade como uma criança hiperativa e super dotada, por causa de sua herança divina, o que implicou no término de seus estudos aos 16 anos de idade.

• Como nem tudo são flores, durante a infância, Viola sofria de ansiedade, isolamento social, síndrome do pensamento acelerado e sensibilidade sensorial por causa de sua condição como superdotada. Com o tempo, Viola aprendeu a contornar esses problemas com ajuda de terapia e de sua família.

• Seu pai lhe deu o nome de “Viola” cujo significado é “violeta", referindo-se à flor roxa, mas também é o nome de várias plantas da família das violáceas, com flores pequenas e coloridas, muitas vezes arroxeadas. Enquanto sua irmã recebeu o nome Violet que significa “pequena violeta”.

• O sobrenome “Stringasci” foi passado de geração em geração na família da sua avó, mas não possui um significado literal por completo. ''String'' significa "corda" ou "linha" em inglês, enquanto a terminação "Asci" provém de algumas famílias italianas. Apenas 82 pessoas possuem esse sobrenome no Brasil.

• Começou a estudar inglês aos 7 anos de idade, dominando a língua aos 10 anos, oficializando-a como sua segunda língua. E, graças ao seu ex-noivo, Viola aprendeu o espanhol.

• Tem algumas tatuagens no corpo, as mais importantes são: A data “11:11” tatuada no seu ombro direito é a data do início de sua trajetória na umbanda, simbolizando o seu orixá de cabeça. A tatuagem de girassol com nota musical tem como homenagem principal ao seu orixá juntó, enquanto que a nota musical faz referência a sua falecida irmã que amava músicas clássicas. 

• Perto da tatuagem “11:11” Viola fez uma homenagem ao seu ex-noivo, tatuando estrelas no seu ombro esquerdo, remetendo à constelação do signo dele: áries.

• Seu orixá de cabeça é Oxossi: guerreiro relacionado a caça, floresta, inteligência, sabedoria, animais, chefe dos caboclos.

• Possui uma mediunidade latente por causa de sua avó, seu tio e seu pai que já eram da religião de matriz africana: Umbanda.

• Tem bastante conhecimento sobre religiões e cultura de matriz africana (umbanda, candomblé, quimbanda e omolocô) e espiritismo (kardecismo).

• Sua maior adoração literária brasileira, provém da jornalista e escritora: Cecília Meireles e da escritora espiritualista, Zíbia Gasparetto.

• É péssima em jogos de azar e apostas, além de ser bastante viciada nesse tipo de coisa. Quanto mais ela pede, mais viciada fica. 

• É bastante ligada às danças, músicas, cultura e costumes brasileiros, quando adolescente, motivada pela paixão do São João nordestino, passou a dançar pela Quadrilha Junina Lumiar, localizada no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife, participando de campeonatos regionais de quadrilhas juninas nordestinas.

• Viola é fascinada pelo canto, embora nunca tenha feito aulas de vocais, a garota é portadora de uma voz exuberante. Por causa disso, entrou para o Coro Ars Canticus, o coral do Laboratório de Vozes da UFPE.

• Possui ambidestria, sendo igualmente habilidosa com as duas partes do corpo (esquerda e direita), o que a faz ter amplo manuseio com armamento.

• Tem um certo grau de noções de enfermagem e primeiros socorros, graças ao seu pai que era enfermeiro.

• Sua avó e pai, Catalina e Santiago, são naturais da cidade de Garanhuns, agreste Pernambucano conhecido como “Suíça Pernambucana” por ser considerada a cidade das flores. Enquanto o seu avô, Aleksandr, é um russo proveniente da cidade de Kaliningrado, que chegou ao Brasil na década de 70.

• Catalina e Aleksandr, trabalhavam com artesanato local e vendiam medicamentos fitoterápicos no centro de Garanhuns. No ano de 2002, o casal e seu filho mais velho se mudaram para Recife, em busca de melhores condições de vida. 3 anos depois, Catalina abriu uma pequena floricultura no bairro da Imbiribeira, mas apenas 13 anos depois, a Agroflores - Recife, transformando-a em uma microempresa. 

• Tem como hobby fazer tatuagens, piercing e mudar a cor dos seus cabelos que são naturalmente castanhos.

• Anos após a morte de seu pai, Viola trabalhou como voluntária no hospital do câncer, local onde ele faleceu. Tornou-se ativista na atuação do combate contra o câncer, especificamente o de mama, trabalhando em campanhas no Outubro Rosa e se afiliado a FEMAMA (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama), ao qual teve a oportunidade de visitar a sede no Rio Grande do Sul.

• Embora seja vegetariana de berço e vegana por escolha, Viola ama as iguarias brasileiras e principalmente as típicas nordestinas. Sempre inventa uma nova receita para substituir os derivados de animais e evita ao máximo comê-los.

• Seu passatempo favorito é assistir o pôr do sol, após um dia na praia, usando como inspiração para os seus poemas escritos a mão.

• Gosta de animais, especialmente os felinos e canídeos, e de plantas. Sua marca registrada é a flor de tangerina associada a Oxalá, orixá da paz e da harmonia, trazendo boa sorte, purificação espiritual e conexão com planos superiores, equilibrando o espiritual e as emoções.

• Graças aos seus estudos de herbologia e botânica, Viola aprendeu a personalizar perfumes, sabonetes, criar essências e coisas atualizadas. Foi então que ela produziu seu próprio perfume com essências de flor de tangerina e toque doce de patchouli, planta nativa do sudeste asiático, tornando-o sua marca registrada. 

• Seu tempo no Acampamento Meio-sangue era bastante proveitoso. Viola tinha dificuldades de controlar suas habilidades de semideusa, mas quando os controlou, isso a fez ser tão determinada a ponto de sempre se voluntariar para ir em missões de baixo a alto risco, subindo de status e cargo aos poucos. 

• Como Legata das Caçadoras de Ártemis, Viola atua nas linhas de frente contra invasões ao Acampamento Meio-sangue. Após a missão ao Submundo, Viola recebeu o título de “Guardiã da Natureza”, fazendo reverência a sua progenitora: Physis. 

• Foi treinada pelo antigo Alferes responsável pela zona dos Menores: Oliver Rutherford, após ser resgatada entre os escombros deixados pelo Furacão Sandy, sendo uma das poucas calouras a sobreviver ao Frankenstorm. A relação entre Viola e Oliver, tornou-se mais do que aluna e professor; ele a considerava como uma filha.

• Quando seu professor foi dado como morto após o ataque de Scilla a Atenas, Viola assumiu o cargo, ascendendo à décima cadeira na Elite do Conselho dos Dez.

• Viola tem um certo medo e repulsa por ventania, chuvas com trovões e furacões por conta do Frankenstorm Sandy, ou popularmente chamado: de Furacão Sandy. Este que acometeu a parte leste de Nova York, no dia 29 de outubro de 2012, destruindo parte da cidade e de Long Island no mesmo dia em que Viola chegou pela primeira vez ao acampamento. Por causa disso, a semideusa tem o hábito de procurar lugares para se abrigar e se manter calma.

• Após a morte de sua irmã mais nova, Viola desenvolveu aversão a mapinguari, recusando-se a participar de caçadas a esta criatura ou saber de qualquer coisa referente a ela. 

• Sempre visita o seu túmulo no cemitério Senhor Bom Jesus da Redenção, mais conhecido como cemitério de Santo Amaro, no dia de seu aniversário de morte.

• A real causa da morte de Violet só foi explicada quando o antigo Alferes responsável pelos menores, Oliver Rutherford, contou a verdade para Catalina e Aleksandr. Embora fosse um alívio não esconder a verdade, Viola ainda se sente culpada pela morte da irmã.

• Sua relação com Ekaterine ajudou Viola a dar os primeiros passos para sair da depressão profunda. O laço de amizade e amor entre elas, cresceu ainda mais quando ambas foram para o Acampamento Meio-sangue.

• Dimitry e Polina, pais adotivos de Kate, sempre gostaram de Viola e a tratava como uma filha, fazendo-a se sentir à vontade para pedir ajuda e conversar sobre coisas que geralmente não perguntaria a seus avós.  

• Foi no Acampamento Meio-sangue que Viola descobriu que Maya Gaviria Escobar, era filha de Sebastian Escobar, seu tio por parte de pai, após se tornarem amigas e compartilhar suas histórias sobre a família. 

• Viola é fascinada por livros de poemas e literatura. Seus escritores favoritos são: Igor Pires, Rupi Kaur, Jane Austen, Julia Quinn e Cecília Meireles. Viola tem um diário onde escreve poemas de sua autoria e desenha.

• Tem um leve grau de +1.02 de Hipermetropia e Astigmatismo em ambos os olhos. Por isso costuma usar óculos para leitura.

• Aprendeu a manusear, montar e desmontar armas de fogo com Samael. Seu primeiro contato foi com uma “trezoitão” e mais tarde ganhou um par de pistola de pressão PP700S-A Olimpic 4.5mm, linha Ártemis.

• Ama artesanato e aprendeu o ofício com a sua avó para ajudá-la a vender na floricultura. Entre eles estão a plumária, macramê, patchwork, quilting, tricô e crochê.

• Após a primeira experiência de quase morte e os eventos após a missão ao Submundo, Viola foi cientificamente diagnosticada com Amnésia Dissociativa. Um tipo de transtorno mental que provoca perda de memória temporária após eventos traumáticos ou estressantes. Atualmente, ela faz tratamento de psicoterapia para evitar as crises e hipnose, com uso de benzodiazepinas para tentar recuperar as memórias após uma crise.

• Viola é ativista dos direitos ambientais e já participou de várias palestras e protestos a favor do meio ambiente, pela Natural Resources Defense Council, Greenpeace e Sierra Club, filiando-se a esses órgãos sem fins lucrativos para proteger o meio ambiente.

• Foi através da Nature Conservancy (TNC) com seus trabalhos como bióloga que conseguiu o visto H - 1B para trabalho e estudos, pela USCIS (Serviço de cidadania e imigração dos EUA). Atualmente, possui dupla cidadania, optando pela brasileira e americana ao invés da russa.

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